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O que é sitemap: diagrama mostrando a hierarquia de páginas de um site organizada em árvore

O Que É Sitemap: o Guia Completo para o Google Encontrar e Indexar Seu Site em 2026

Você publica um conteúdo novo, espera dias e o Google simplesmente não indexa a página. Ou pior: seu site tem centenas de páginas, mas só uma fração aparece nos resultados de busca. Se isso já aconteceu com você, existe uma boa chance de o problema estar relacionado à ausência ou à má configuração de um sitemap.

Sitemap é um arquivo que lista todas as URLs importantes de um site e informa aos motores de busca, como o Google, quais páginas existem, quando foram atualizadas e qual a relação de prioridade entre elas. Em termos simples, o sitemap funciona como um mapa entregue diretamente ao Googlebot, reduzindo o tempo que ele levaria para descobrir cada página sozinho. Sem esse mapa, páginas novas, páginas profundas na arquitetura do site ou páginas com poucos links internos podem simplesmente passar despercebidas pelo rastreamento.

Neste guia completo você vai entender o que é sitemap, quais são os tipos de sitemap XML, HTML e sitemap index, como funciona a leitura por parte do Google, como gerar e enviar seu sitemap no Google Search Console, como configurar o sitemap automático do WordPress com Yoast SEO e quais erros mais derrubam a indexação de sites pequenos e médios. Ao final, você terá um checklist prático para aplicar ainda hoje no seu site.

O que é sitemap: diagrama mostrando a hierarquia de páginas de um site organizada em árvore

Um sitemap organiza as páginas do site em uma estrutura hierárquica que facilita a leitura por buscadores como o Google.

O Que É Sitemap e Por Que Ele Existe

Sitemap é, na definição mais direta possível, um arquivo — geralmente em formato XML — que reúne o endereço de todas as páginas relevantes de um site, junto com metadados como data da última modificação, frequência de atualização e prioridade relativa entre as URLs. O sitemap não é lido pelas pessoas que visitam o site: ele é lido pelos robôs de rastreamento dos motores de busca, principalmente o Googlebot e o Bingbot.

O conceito de sitemap surgiu junto com a popularização de sites dinâmicos e sistemas de gerenciamento de conteúdo, como o WordPress, no início dos anos 2000. Antes disso, sites eram majoritariamente estáticos e pequenos, e os buscadores conseguiam encontrar praticamente todas as páginas apenas seguindo os links internos, prática conhecida como rastreamento por link interno. Com o crescimento explosivo do volume de páginas na web, o Google e outros buscadores passaram a aceitar — e depois a recomendar fortemente — o envio de um sitemap XML como forma de acelerar e organizar esse processo.

Hoje, entender o que é sitemap é parte básica de qualquer estratégia de SEO técnico. Isso porque o sitemap resolve um problema muito concreto: o chamado orçamento de rastreamento, ou crawl budget. O Google não tem recursos infinitos para rastrear todas as páginas de todos os sites da internet com a mesma frequência. Um sitemap bem estruturado ajuda o buscador a priorizar o rastreamento das páginas que realmente importam para o seu negócio, em vez de desperdiçar tempo em páginas duplicadas, páginas de baixa relevância ou páginas que nem deveriam estar indexadas.

Isso é especialmente importante para pequenas e médias empresas. Diferente de grandes portais de notícia, que publicam dezenas de conteúdos por dia e têm domínios com décadas de autoridade acumulada, um site de PME geralmente compete por atenção do rastreador com uma frequência de publicação menor. Um sitemap XML correto reduz a distância entre “eu publiquei” e “o Google encontrou”, o que impacta diretamente o tempo até a primeira posição no SEO orgânico.

Segundo dados públicos do próprio Google divulgados em documentações oficiais para desenvolvedores, sites com centenas de URLs e baixa quantidade de links internos apontando para páginas novas tendem a ser rastreados com muito menos frequência do que sites bem interligados. Em outras palavras: quanto menor a autoridade e o volume de links internos do domínio, maior a dependência de um sitemap XML correto para garantir que páginas novas sejam descobertas em prazo razoável. Isso explica por que negócios locais e PMEs — justamente o perfil de cliente mais comum da Hostconect — sentem o impacto de um sitemap mal configurado de forma mais aguda do que grandes portais com milhares de backlinks.

Vale reforçar uma distinção importante: sitemap e robots.txt não são a mesma coisa, embora estejam relacionados. O robots.txt informa o que o robô pode ou não pode acessar; o sitemap informa o que existe e onde encontrar. Os dois arquivos, inclusive, costumam se referenciar: é comum declarar a URL do sitemap dentro do próprio robots.txt, criando uma ponte entre as duas ferramentas de indexação.

O que é sitemap no contexto de SEO técnico: representação de um motor de busca analisando um site

Sem um sitemap bem estruturado, o Google pode levar mais tempo para encontrar e indexar as páginas novas do seu site.

Tipos de Sitemap: Como Cada Formato Funciona

Existe mais de um tipo de sitemap, e cada um cumpre uma função específica dentro da estratégia de SEO. Entender essas diferenças evita o erro comum de tratar “sitemap” como um conceito único e genérico, quando na prática ele se divide em formatos com objetivos distintos.

Sitemap XML: o Formato Padrão para Buscadores

O sitemap XML é o formato oficial recomendado pelo Google, Bing e outros motores de busca. Ele segue um protocolo padronizado (sitemaps.org) e é escrito em linguagem de marcação XML, contendo tags como <url>, <lastmod>, <changefreq> e <priority> para cada página listada. Quando alguém pergunta o que é sitemap XML, a resposta direta é: é a versão do sitemap feita para ser lida por máquinas, não por humanos — um arquivo puramente técnico que vive normalmente no endereço raiz do domínio, como exemplo.com.br/sitemap.xml.

Sites WordPress com Yoast SEO ou outros plugins de SEO geram esse sitemap XML automaticamente, atualizando-o sempre que uma nova página, post ou produto é publicado. Isso elimina a necessidade de criar ou editar o arquivo manualmente, um processo que antigamente era feito à mão em sites estáticos e que hoje seria impensável para qualquer site com atualização frequente de conteúdo.

Sitemap HTML: a Versão Pensada para Pessoas

Enquanto o sitemap XML é feito para robôs, o sitemap HTML é uma página do próprio site, visível para os visitantes, que lista os principais links de navegação de forma organizada. Ele funciona como um índice geral: uma página de sitemap HTML costuma agrupar categorias, subcategorias e páginas importantes, ajudando tanto o usuário a se orientar quanto reforçando a arquitetura de link interno do site.

Embora o sitemap HTML tenha perdido relevância para SEO nos últimos anos — já que os buscadores hoje dependem muito mais do sitemap XML e da qualidade dos links internos — ele ainda é útil em sites grandes, com centenas de páginas de suporte, documentação ou conteúdo institucional, onde a navegação tradicional pode não cobrir tudo.

Sitemap Index: Organizando Sites Grandes em Múltiplos Arquivos

Quando um site tem um volume grande de URLs — o limite recomendado por arquivo de sitemap XML é de 50 mil URLs ou 50MB — ele passa a usar um sitemap index, que é essencialmente um “sitemap de sitemaps”. Em vez de um único arquivo gigante, o site divide o conteúdo em sitemaps menores e específicos (um para posts, um para páginas, um para categorias, por exemplo), e o sitemap index reúne a referência de todos eles em um só lugar.

Esse é exatamente o padrão usado pelo WordPress com Yoast SEO: ao acessar o endereço sitemap_index.xml de um site WordPress, você encontra links para post-sitemap.xml, page-sitemap.xml, category-sitemap.xml e outros sitemaps segmentados por tipo de conteúdo. Esse desenho de sitemap index facilita tanto a manutenção quanto a leitura por parte do Google, que pode identificar rapidamente em qual “gaveta” procurar cada tipo de página.

Sitemap de Imagens, Vídeos e Notícias

Além dos formatos gerais, existem sitemaps especializados. O sitemap de imagens informa ao Google quais imagens estão associadas a cada página, o que pode aumentar a visibilidade no Google Imagens. O sitemap de vídeos cumpre função semelhante para conteúdo em vídeo, informando duração, categoria e miniatura. Já o sitemap de notícias é usado por veículos de imprensa cadastrados no Google News, com regras próprias de atualização e retenção de conteúdo.

Para a maioria das pequenas e médias empresas, esses formatos especializados não são prioridade imediata — o foco deve estar primeiro em garantir que o sitemap XML principal esteja correto e atualizado. Mas vale saber que eles existem, principalmente se o seu negócio depende fortemente de busca visual, como e-commerces de moda ou decoração.

Sitemap Automático no WordPress com Yoast SEO

Se o seu site usa WordPress, a boa notícia é que você provavelmente já tem um sitemap ativo, mesmo sem saber. O plugin Yoast SEO gera automaticamente um sitemap XML completo, incluindo um sitemap index e sitemaps segmentados por tipo de conteúdo. O sitemap do Yoast é atualizado em tempo real: assim que um post é publicado, editado ou despublicado, o arquivo reflete essa mudança sem precisar de nenhuma ação manual.

Isso não significa, porém, que o trabalho termine aí. É preciso verificar se o sitemap do Yoast está acessível publicamente, se não está bloqueado por engano no robots.txt, e se ele foi de fato enviado ao Google Search Console — passo que muitos sites simplesmente esquecem de fazer, mesmo tendo o sitemap gerado corretamente.

Tipos de sitemap: ilustração comparando a estrutura de um sitemap XML com a hierarquia de páginas de um site

Existem diferentes tipos de sitemap — XML, HTML, de imagens e de vídeo — cada um cumprindo uma função específica no SEO técnico.

Sitemap x Robots.txt x Google Search Console: Entendendo as Diferenças

Uma confusão comum entre quem está começando em SEO é misturar os papéis do sitemap, do robots.txt e do Google Search Console. Os três trabalham juntos, mas cada um tem uma função distinta — e entender essa diferença evita erros de configuração que podem custar caro em visibilidade.

Sitemap x Robots.txt: Complementares, Não Concorrentes

O robots.txt é um arquivo de regras: ele diz ao robô o que ele pode ou não pode rastrear. O sitemap XML, por outro lado, é um arquivo informativo: ele lista o que existe e merece ser rastreado e indexado. Um erro frequente é bloquear no robots.txt uma pasta ou página que também está listada no sitemap, gerando um conflito que confunde o rastreador e pode até gerar avisos de erro no Google Search Console.

A boa prática é declarar o endereço completo do sitemap XML dentro do próprio arquivo robots.txt, geralmente na última linha, com o comando “Sitemap:” seguido da URL completa. Isso cria um atalho direto para qualquer robô de busca que acesse o robots.txt do site antes de iniciar o rastreamento.

Geradores de Sitemap: Quando Usar Ferramentas Externas

Para sites que não usam WordPress ou que usam sistemas próprios sem geração automática, existem geradores de sitemap online e ferramentas de linha de comando que criam o arquivo XML a partir de um rastreamento completo do site. Essas ferramentas são úteis, mas exigem atenção: um sitemap gerado uma única vez e nunca mais atualizado se torna rapidamente obsoleto, listando páginas que não existem mais e deixando de fora conteúdo novo — o que é tão prejudicial quanto não ter sitemap algum.

Por isso, sempre que possível, a recomendação é priorizar sitemaps gerados dinamicamente pelo próprio CMS, como o WordPress com Yoast SEO, em vez de depender de geradores estáticos externos.

Esse cuidado é ainda mais crítico em lojas virtuais e marketplaces, onde produtos entram e saem de estoque com frequência. Um sitemap XML estático, gerado uma única vez, rapidamente passa a listar produtos descontinuados e a ignorar lançamentos recentes, prejudicando diretamente o e-commerce na disputa por tráfego orgânico. Nesses casos, integrar o sitemap diretamente ao catálogo do sistema de e-commerce, atualizando-o automaticamente a cada alteração, é praticamente obrigatório.

Erros Comuns que Prejudicam o Sitemap

Entre os erros mais comuns relacionados a sitemap estão: sitemap com URLs que retornam erro 404, sitemap listando páginas bloqueadas por robots.txt ou por tag noindex, sitemap desatualizado com data de última modificação incorreta, sitemap index apontando para sub-sitemaps inexistentes e, principalmente, sitemap nunca enviado ao Google Search Console. Qualquer um desses problemas reduz a confiança do Google no arquivo, e um sitemap com muitos erros pode até ser parcialmente ignorado pelo buscador.

Uma auditoria periódica de SEO on-page deveria sempre incluir a verificação do sitemap XML como item de checklist, junto com a checagem de velocidade de carregamento e estrutura de URLs.

Como Enviar e Configurar seu Sitemap na Prática

Depois de entender o que é sitemap e seus formatos, chega o momento prático: configurar e enviar o arquivo para que o Google realmente o utilize. O processo é mais simples do que parece e, uma vez feito corretamente, exige pouca manutenção contínua.

Passo 1: Confirme que o Sitemap Existe e Está Acessível

Se o site usa WordPress com Yoast SEO, acesse seudominio.com.br/sitemap_index.xml no navegador. Se aparecer uma lista de sub-sitemaps em formato XML, o sitemap já está ativo. Se o link não abrir, é preciso verificar se o Yoast SEO está corretamente instalado e ativado, e se nenhuma configuração de bloqueio de mecanismos de busca está marcada acidentalmente no painel do WordPress.

Passo 2: Verifique se o Robots.txt Aponta para o Sitemap

Acesse seudominio.com.br/robots.txt e confirme se há uma linha “Sitemap:” apontando para o endereço correto do sitemap XML. Caso contrário, essa referência pode ser adicionada manualmente pelo plugin de SEO ou diretamente no arquivo, dependendo da configuração do servidor.

Passo 3: Envie o Sitemap no Google Search Console

Este é o passo que mais gente esquece. Ter o sitemap gerado não é suficiente: ele precisa ser formalmente enviado no Google Search Console. Dentro da ferramenta, acesse o menu “Sitemaps”, cole o endereço final do arquivo (por exemplo, sitemap_index.xml) e clique em enviar. O Google Search Console sitemap enviado passa a ser monitorado, mostrando quantas URLs foram descobertas e quantas foram efetivamente indexadas, além de sinalizar erros de leitura quando existirem.

Esse cadastro no Google Search Console sitemap também permite acompanhar, ao longo do tempo, se o número de páginas indexadas está crescendo junto com a publicação de novo conteúdo, ou se existe uma divergência que precisa de investigação.

Passo 4: Monitore e Corrija Erros Regularmente

Depois do envio, o trabalho não termina. O Google Search Console aponta, na própria seção de sitemap, o status de leitura do arquivo e possíveis erros. Reserve um momento mensal para revisar esse relatório, especialmente após grandes atualizações no site, mudanças de estrutura de URL ou migração de plataforma. Um sitemap saudável é sinal de um site tecnicamente saudável.

Checklist Rápido de Sitemap

Resumindo o que foi coberto até aqui, veja um checklist prático: o sitemap XML existe e está acessível publicamente; o robots.txt referencia o endereço correto do sitemap; o sitemap foi enviado no Google Search Console; nenhuma URL bloqueada aparece listada dentro do sitemap; o sitemap está sendo atualizado automaticamente a cada nova publicação; e, por fim, o relatório de cobertura do Google Search Console está sendo revisado periodicamente. Cumprir esses seis pontos coloca o seu site em uma posição técnica muito mais sólida do que a média das PMEs brasileiras, que costumam publicar conteúdo de qualidade mas deixam a base de rastreamento e indexação sem manutenção nenhuma.

Vale reservar esse checklist como referência recorrente: revisitá-lo a cada trimestre, especialmente depois de qualquer redesign de site, troca de domínio ou migração de plataforma, evita que o sitemap silenciosamente saia do ar sem que ninguém perceba durante semanas.

Passo a passo para enviar o sitemap no Google Search Console e solicitar a indexação das páginas do site

Enviar o sitemap XML no Google Search Console é o passo que garante que o Google saiba exatamente quais URLs rastrear.

Perguntas e Respostas sobre Sitemap

O que é sitemap?

Sitemap é um arquivo, normalmente em formato XML, que lista todas as URLs relevantes de um site junto com informações como data da última atualização e prioridade relativa entre páginas. Ele é criado para ser lido por robôs de busca, como o Googlebot, e não para navegação humana direta. O objetivo do sitemap é acelerar e organizar o processo de descoberta e indexação das páginas, reduzindo o tempo entre a publicação de um conteúdo e sua aparição nos resultados de busca. Para sites pequenos e médios, ter um sitemap correto é uma das ações de SEO técnico com melhor relação custo-benefício, já que costuma ser configurado uma única vez e mantido automaticamente pelo CMS.

Qual a diferença entre sitemap XML e sitemap HTML?

O sitemap XML é feito para ser lido por máquinas — motores de busca como Google e Bing — e segue um protocolo técnico padronizado com tags específicas. Já o sitemap HTML é uma página comum do site, visível para visitantes humanos, que lista os principais links de navegação de forma organizada. Enquanto o sitemap XML impacta diretamente o rastreamento e a indexação, o sitemap HTML tem função mais ligada à experiência de navegação e ao reforço de link interno. A maioria dos sites modernos, principalmente em WordPress, prioriza o sitemap XML como ferramenta de SEO.

O que é sitemap index e quando ele é necessário?

Sitemap index é um arquivo que organiza múltiplos sitemaps menores em uma única referência central, usado principalmente em sites grandes que ultrapassam o limite de 50 mil URLs por arquivo de sitemap. O WordPress com Yoast SEO usa esse formato por padrão, dividindo o conteúdo em sitemaps separados por tipo — posts, páginas, categorias — e reunindo todos eles em um sitemap index acessível em um único endereço. Mesmo sites pequenos, com poucas centenas de páginas, já utilizam esse padrão no WordPress, por ser a estrutura nativa gerada pelo plugin de SEO.

Como faço para encontrar o sitemap XML do meu site?

Na maioria dos sites WordPress com Yoast SEO instalado, basta acessar o endereço do domínio seguido de “/sitemap_index.xml” no navegador, por exemplo, seusite.com.br/sitemap_index.xml. Esse endereço mostra a lista de sub-sitemaps organizados por tipo de conteúdo. Se o site usa outro plugin de SEO, o caminho pode variar levemente, como “/sitemap.xml”. Também é possível confirmar a existência e o conteúdo do sitemap diretamente dentro do Google Search Console, na seção específica de sitemaps, que mostra o arquivo que já foi enviado e monitorado.

Preciso enviar o sitemap manualmente no Google Search Console?

Sim. Mesmo que o sitemap seja gerado automaticamente pelo plugin de SEO, o Google não descobre esse arquivo de forma garantida sem uma indicação explícita. O caminho mais confiável é acessar o Google Search Console, ir até o menu de sitemaps e enviar manualmente o endereço do arquivo, como sitemap_index.xml. Depois desse envio único, o Google passa a revisitar o sitemap periodicamente, sem necessidade de reenvio a cada novo post — a não ser que o endereço do sitemap seja alterado.

O que é sitemap XML na prática, tecnicamente falando?

Tecnicamente, um sitemap XML é um documento estruturado em linguagem de marcação XML, contendo uma tag principal <urlset> que agrupa múltiplas tags <url>, cada uma representando uma página do site. Dentro de cada tag <url> aparecem informações como o endereço completo da página (<loc>), a data da última modificação (<lastmod>) e, em versões mais simples, a frequência de atualização esperada. Esse formato segue o protocolo público definido em sitemaps.org, adotado por praticamente todos os motores de busca relevantes, o que garante compatibilidade entre diferentes buscadores sem necessidade de arquivos separados para cada um.

Sitemap ajuda a melhorar o posicionamento no Google?

O sitemap, por si só, não é um fator direto de ranqueamento — ou seja, ter um sitemap não faz uma página subir de posição no Google. O que ele faz é garantir que as páginas sejam encontradas e indexadas de forma mais rápida e completa, o que é pré-requisito para que qualquer estratégia de SEO funcione. Uma página excelente que nunca é indexada simplesmente não aparece nos resultados de busca, independentemente da qualidade do conteúdo. Nesse sentido, o sitemap é uma condição de base — necessária, mas não suficiente — para o sucesso do SEO orgânico.

O que é sitemap html e ele ainda é relevante em 2026?

Sitemap HTML é uma página de navegação dentro do próprio site, com links organizados por categoria, pensada para ser acessada por visitantes humanos. Em 2026, sua relevância para SEO técnico é bem menor do que já foi, já que o Google prioriza fortemente o sitemap XML para fins de rastreamento. Ainda assim, o sitemap HTML mantém utilidade em sites institucionais grandes, com muita documentação ou muitas categorias de serviço, funcionando como um recurso extra de navegação e reforçando a distribuição de link interno entre páginas relacionadas.

Por que o Google Search Console mostra menos páginas indexadas do que existem no sitemap?

Essa divergência é comum e tem várias causas possíveis: páginas com conteúdo duplicado ou muito fino, páginas bloqueadas por tag noindex mesmo estando listadas no sitemap, páginas com erro de servidor no momento do rastreamento, ou simplesmente páginas muito novas que ainda não foram processadas. O relatório de cobertura do Google Search Console detalha, URL por URL, o motivo específico de cada exclusão, permitindo que o problema seja corrigido de forma direcionada em vez de tentativa e erro. Revisar esse relatório após enviar o sitemap é uma prática recomendada dentro de qualquer rotina de SEO técnico.

Como a Hostconect ajuda com sitemap?

A Hostconect cuida de toda a configuração técnica de sitemap dentro dos planos de SEO e criação de sites: geração correta do sitemap XML, verificação de conflitos com o robots.txt, envio formal no Google Search Console e monitoramento contínuo do relatório de cobertura de indexação. Além do sitemap, a equipe revisa Core Web Vitals, estrutura de URLs e link interno, entregando um diagnóstico completo de SEO técnico. Isso evita que problemas silenciosos de indexação continuem prejudicando o tráfego orgânico do site por meses sem que o dono do negócio perceba.

Análise de SEO e marketing digital mostrando painéis e métricas relacionadas ao desempenho de indexação do site

Entender o sitemap é parte essencial de uma estratégia de SEO técnico consistente, ao lado de métricas de indexação e rastreamento.

Sitemap na Prática: o Resumo que Fica

Sitemap é um dos itens mais subestimados do SEO técnico justamente porque, quando funciona, ele é invisível: ninguém percebe um sitemap bem configurado, mas todo mundo sente o efeito de um sitemap ausente ou quebrado, na forma de páginas que nunca aparecem no Google. Ao longo deste guia, você viu o que é sitemap, os principais tipos — XML, HTML, index, de imagens e vídeos —, como o sitemap se relaciona com o robots.txt e com o Google Search Console, e o passo a passo prático para configurar e enviar o seu.

Se o seu site é WordPress, o caminho mais direto é confirmar que o sitemap do Yoast está ativo, checar a referência no robots.txt e enviar o arquivo no Google Search Console ainda hoje. Esse conjunto de ações simples costuma destravar a indexação de páginas que estavam “invisíveis” para o Google há semanas ou meses. Para se aprofundar em temas relacionados, vale revisitar os guias sobre indexação, robots.txt e SEO técnico aqui no blog da Hostconect.

E se depois de revisar tudo isso o sitemap do seu site ainda parece confuso, desatualizado ou simplesmente inexistente, esse é exatamente o tipo de diagnóstico que uma consultoria especializada resolve em poucos dias — sem enrolação e sem depender de tentativa e erro.

Na prática de mais de duas décadas atuando com criação de sites e consultoria de SEO, a Hostconect já viu repetidas vezes o mesmo padrão: empresas que investem meses em produção de conteúdo, mas negligenciam a base técnica que garante que esse conteúdo seja efetivamente encontrado pelo Google. Corrigir o sitemap, o robots.txt e a indexação costuma ser o ajuste de menor esforço e maior retorno dentro de qualquer auditoria de SEO técnico — muitas vezes destravando, em poucas semanas, um volume de tráfego orgânico que o site já “merecia” há meses, mas que simplesmente não estava sendo entregue por um problema estrutural invisível.

Um último ponto vale reforçar: o sitemap não é um projeto pontual, encerrado no dia em que é enviado ao Google Search Console. Ele é parte da manutenção contínua de qualquer site que publica conteúdo regularmente. Cada novo post, cada nova página de serviço e cada produto adicionado a uma loja virtual precisa, idealmente, aparecer automaticamente no sitemap sem intervenção manual — e é justamente isso que um plugin de SEO bem configurado no WordPress entrega. Empresas que tratam o sitemap como algo que se configura uma vez e se esquece para sempre são, na maioria dos casos, as mesmas que reclamam meses depois de páginas que ‘nunca aparecem no Google’, sem perceber que o problema estava resolvido desde o início — bastava alguém ter enviado o sitemap correto ao Google Search Console e monitorado o relatório de cobertura com regularidade.

🗺️ Seu sitemap está configurado corretamente?

A Hostconect faz um diagnóstico completo de SEO técnico, incluindo sitemap, robots.txt e indexação no Google Search Console. Planos a partir de R$ 650/mês com diagnóstico gratuito.